A Firmeza Contávega recolhe dados de mercado em tempo real, cruza-os com o perfil de liquidez da sua empresa e devolve recomendações de alocação com risco quantificado, sem exigir depósito mínimo de entrada.
Valores meramente demonstrativos, sem correspondência com desempenho real ou garantido.
A maioria das PME em Portugal mantém excedentes de tesouraria em contas correntes por precaução, não por escolha informada. O problema raramente é falta de capital: é a falta de tempo e de ferramentas para acompanhar mercados que mudam ao minuto e decidir com segurança onde alocar esse excedente sem comprometer a liquidez do negócio.
A Firmeza Contávega foi construída para tratar esse excedente como um dado de entrada num sistema de decisão, e não como um saldo esquecido no extrato bancário.
O processo segue três etapas sequenciais. Cada etapa produz um output verificável, para que a recomendação final possa ser auditada e não seja uma caixa fechada.
O sistema agrega indicadores de mercado monetário, taxas de referência, séries históricas de liquidez e o padrão de movimentos da conta da empresa, atualizando o conjunto de dados em intervalos curtos e regulares.
Modelos estatísticos treinados sobre séries temporais estimam cenários de curto e médio prazo, atribuindo probabilidades a diferentes trajetórias de rendimento e de risco de liquidez.
Antes de qualquer recomendação ser apresentada, o sistema aplica limites de exposição definidos por perfil de empresa, rejeitando cenários que comprometam a liquidez mínima necessária à operação diária.
Muitas soluções de gestão de tesouraria exigem montantes de entrada que excluem negócios mais pequenos. Na Firmeza Contávega, o mesmo motor de análise que trata carteiras maiores é aplicado a qualquer valor de capital ocioso, ajustando apenas a escala das recomendações.
valor mínimo exigido para começar a receber análises e recomendações de alocação.
Aplicável a contas de qualquer dimensão, desde microempresas a PME com tesouraria consolidada.
Os dados são apresentados em módulos compactos, com valores numéricos alinhados para leitura rápida. A tabela abaixo ilustra a estrutura comparativa usada nos relatórios entregues à empresa.
| Modalidade | Liquidez de acesso | Frequência de reavaliação | Perfil de risco |
|---|---|---|---|
| Conta à vista | Imediata | Sem reavaliação | Nulo |
| Depósito a prazo fixo | Condicionada | No vencimento | Baixo |
| Firmeza Contávega — alocação dinâmica | D+1 a D+2 | A cada 15 min | Baixo a moderado, por opção |
Os valores de liquidez e frequência descrevem o funcionamento do sistema, não retornos financeiros. Nenhuma rentabilidade é garantida e o desempenho passado não é indicativo de resultados futuros.
Duas situações comuns em pequenas e médias empresas portuguesas ilustram como a análise é traduzida em ação concreta.
Uma empresa com receitas concentradas em determinados meses mantém excedentes de caixa fora dos períodos de maior despesa. O modelo identifica esses intervalos a partir do histórico de movimentos e propõe janelas de alocação que respeitam as datas previstas de pagamentos a fornecedores e salários.
Empresas expostas a custos de financiamento variável beneficiam de acompanhar a evolução das taxas de referência. O sistema sinaliza alterações relevantes no ambiente de mercado e ajusta a recomendação de alocação para reduzir a exposição do capital ocioso a esses movimentos.
O registo inicial recolhe informação básica sobre o perfil de tesouraria e devolve uma primeira leitura do modelo. Não é necessário qualquer depósito para aceder à análise inicial.
Iniciar registoTempo estimado de preenchimento: menos de 15 minutos